quinta-feira, 16 de maio de 2013

VOCÊ SABE O QUE É COQUELUCHE?

Foto: VOCÊ SABE O QUE É COQUELUCHE?

A coqueluche, também conhecida como pertussis ou tosse comprida, é uma doença respiratória aguda que causa inflamação nos pulmões e vias aéreas. Provocada pela bactéria Bordetella pertussis ou Bordetella parapertussis, ela também atinge a traquéia, levando a uma tosse seca, forte e persistente.

A doença é conhecida pelo barulho típico ou "assobio" que as crianças fazem quando tentam respirar fundo entre os acessos de tosse (os bebês, porém, muitas vezes não têm nem força suficiente para fazer este barulho e o som é diferente).
Quais são os principais sintomas da coqueluche?
Os primeiros sintomas começam a ocorrer após um período de incubação de entre sete e 12 dias.

A coqueluche normalmente começa com sintomas parecidos aos de uma gripe ou resfriado, como espirros, nariz escorrendo e uma tosse moderada, que pode durar até duas semanas antes de os acessos mais sérios de tosse acontecerem. Algumas crianças podem apresentar ainda febre, mas não necessariamente.

Em uma segunda fase da doença, geralmente aparece aquele barulho característico da coqueluche entre os acessos de tosse, e pode haver também vômitos, sangramentos, convulsões e até pneumonia. Esse período pode se estender por mais de um mês.

É comum que uma criança com coqueluche tussa por 20 ou 30 segundos sem parar e depois tenha dificuldade para respirar antes de uma nova crise de tosse atacar. Durante estes episódios de tosse, mais comuns durante a noite, os lábios e as unhas podem ficar azulados devido à falta de oxigênio. Um catarro bem grosso pode aparecer também junto com a tosse.

Tenha paciência, porque esta é uma doença que pode se prolongar bastante! Uma vez que os sintomas melhorem, a recuperação completa pode levar até outro mês inteiro.
Cuidados especiais com os bebês
Para bebês com menos de um ano de idade, a coqueluche pode ser especialmente perigosa, já que eles são mais suscetíveis a complicações como pneumonia, convulsões e danos cerebrais. Se você desconfiar que seu filho pequeno possa estar com coqueluche, não deixe de levá-lo ao médico ou a um hospital rapidamente.

É muito importante observar bem os bebês com coqueluche para o caso de não conseguirem respirar direito. Se isso acontecer com o seu filho ou se ele tiver vômitos contínuos, convulsões ou sinais de desidratação, corra para o pronto-socorro mais próximo.
Como vou saber se a tosse do meu filho é ou não coqueluche?
Existe um exame de laboratório para diagnosticar a bactéria Bordetella pertussis, que causa a coqueluche. O exame é feito colhendo-se um pouco de secreção do nariz e da garganta numa espécie de cotonete.

Mas, como o som da tosse da coqueluche é muito diferente do da tosse normal (com uma espécie de apito ou assobio entre as tosses), os médicos muitas vezes conseguem fazer o diagnóstico só pelo exame clínico da criança. Mas só o médico saberá dizer se se trata de coqueluche ou não. Exames de sangue também podem colaborar com o diagnóstico.
Como é o contágio da coqueluche?
Em primeiro lugar é bom saber: coqueluche é uma doença altamente contagiosa. Seu filho pode ter contraído através do contato direto com alguém infectado pela bactéria ou por ter simplesmente respirado ar infectado pelos germes. A bactéria geralmente entra no corpo pelo nariz ou pela boca.

O contágio ocorre por gotículas respiratórias disseminadas no ambiente por tosse ou espirros de pessoas que muitas vezes ainda estão no estágio inicial da doença e nem apresentam o quadro da tosse típica.

Aqui no Brasil, as crianças são imunizadas contra a coqueluche ao tomar as cinco doses da vacina DTP Hib, que combate ainda tétano, difteria e infecções provocadas pela bactériaHaemophilus influenzae tipo b, a partir dos 2 meses até cerca de 6 anos. Esta vacina, conhecida como tetravalente, é parte do calendário oficial de imunizações, portanto é gratuita nos postos de saúde do governo.

A proteção contra a coqueluche vai aumentando a cada nova dose de reforço da vacina, assim sendo o risco de contrair a doença é bem mais baixo em crianças maiores do que nas menores. No entanto, ao atingir a idade adulta, as pessoas tendem a perder a imunidade contra a doença, o que levou diversos países a adotarem uma imunização extra contra a doença, a tríplice acelular do adulto, a partir dos 12 anos (podendo ser tomada por adultos de qualquer idade).

Atualmente, no Brasil, só a rede privada de saúde disponibiliza esta vacina específica para crianças maiores ou adultos.

Diante da vulnerabilidade dos bebês e do risco de complicações se contraírem coqueluche, o ideal é mantê-los distantes de qualquer pessoa com tosse.
Como se trata a coqueluche?
Os antibióticos ajudam a aliviar os sintomas da coqueluche se forem dados logo no começo da doença. Se forem administrados com um quadro mais evoluído, não necessariamente ajudarão a encurtá-la, mas, pelo menos, eliminarão a bactérias das secreções, impedindo que a doença se espalhe para outras pessoas.

Infelizmente, não há muito mais o que fazer para combater a coqueluche, que costuma durar bastante: de seis a 10 semanas.

Não dê xarope para o seu filho, a menos que por recomendação médica, já que a tosse é a forma que o corpo tem de limpar todo o catarro que se acumula nos pulmões. Ao bloquear esta reação natural do organismo, você pode comprometer a melhora da criança. Lembre-se que só um pediatra pode avaliar efeitos adversos potencialmente perigosos de medicamentos, especialmente em bebês com menos de seis meses.

Escrito para o BabyCenter Brasil
Aprovado pelo Conselho Médico do BabyCenter Brasil

A coqueluche, também conhecida como pertussis ou tosse comprida, é uma doença respiratória aguda que causa inflamação nos pulmões e vias aéreas. Provocada pela bactéria Bordetella pertussis ou Bordetella parapertussis, ela também atinge a traquéia, levando a uma tosse seca, forte e persistente.

A doença é conhecida pelo barulho típico ou "assobio" que as crianças fazem quando tentam respirar fundo entre os acessos de tosse (os bebês, porém, muitas vezes não têm nem força suficiente para fazer este barulho e o som é diferente).
Quais são os principais sintomas da coqueluche?
Os primeiros sintomas começam a ocorrer após um período de incubação de entre sete e 12 dias.

A coqueluche normalmente começa com sintomas parecidos aos de uma gripe ou resfriado, como espirros, nariz escorrendo e uma tosse moderada, que pode durar até duas semanas antes de os acessos mais sérios de tosse acontecerem. Algumas crianças podem apresentar ainda febre, mas não necessariamente.

Em uma segunda fase da doença, geralmente aparece aquele barulho característico da coqueluche entre os acessos de tosse, e pode haver também vômitos, sangramentos, convulsões e até pneumonia. Esse período pode se estender por mais de um mês.

É comum que uma criança com coqueluche tussa por 20 ou 30 segundos sem parar e depois tenha dificuldade para respirar antes de uma nova crise de tosse atacar. Durante estes episódios de tosse, mais comuns durante a noite, os lábios e as unhas podem ficar azulados devido à falta de oxigênio. Um catarro bem grosso pode aparecer também junto com a tosse.

Tenha paciência, porque esta é uma doença que pode se prolongar bastante! Uma vez que os sintomas melhorem, a recuperação completa pode levar até outro mês inteiro.
Cuidados especiais com os bebês
Para bebês com menos de um ano de idade, a coqueluche pode ser especialmente perigosa, já que eles são mais suscetíveis a complicações como pneumonia, convulsões e danos cerebrais. Se você desconfiar que seu filho pequeno possa estar com coqueluche, não deixe de levá-lo ao médico ou a um hospital rapidamente.

É muito importante observar bem os bebês com coqueluche para o caso de não conseguirem respirar direito. Se isso acontecer com o seu filho ou se ele tiver vômitos contínuos, convulsões ou sinais de desidratação, corra para o pronto-socorro mais próximo.
Como vou saber se a tosse do meu filho é ou não coqueluche?
Existe um exame de laboratório para diagnosticar a bactéria Bordetella pertussis, que causa a coqueluche. O exame é feito colhendo-se um pouco de secreção do nariz e da garganta numa espécie de cotonete.

Mas, como o som da tosse da coqueluche é muito diferente do da tosse normal (com uma espécie de apito ou assobio entre as tosses), os médicos muitas vezes conseguem fazer o diagnóstico só pelo exame clínico da criança. Mas só o médico saberá dizer se se trata de coqueluche ou não. Exames de sangue também podem colaborar com o diagnóstico.
Como é o contágio da coqueluche?
Em primeiro lugar é bom saber: coqueluche é uma doença altamente contagiosa. Seu filho pode ter contraído através do contato direto com alguém infectado pela bactéria ou por ter simplesmente respirado ar infectado pelos germes. A bactéria geralmente entra no corpo pelo nariz ou pela boca.

O contágio ocorre por gotículas respiratórias disseminadas no ambiente por tosse ou espirros de pessoas que muitas vezes ainda estão no estágio inicial da doença e nem apresentam o quadro da tosse típica.

Aqui no Brasil, as crianças são imunizadas contra a coqueluche ao tomar as cinco doses da vacina DTP Hib, que combate ainda tétano, difteria e infecções provocadas pela bactériaHaemophilus influenzae tipo b, a partir dos 2 meses até cerca de 6 anos. Esta vacina, conhecida como tetravalente, é parte do calendário oficial de imunizações, portanto é gratuita nos postos de saúde do governo.

A proteção contra a coqueluche vai aumentando a cada nova dose de reforço da vacina, assim sendo o risco de contrair a doença é bem mais baixo em crianças maiores do que nas menores. No entanto, ao atingir a idade adulta, as pessoas tendem a perder a imunidade contra a doença, o que levou diversos países a adotarem uma imunização extra contra a doença, a tríplice acelular do adulto, a partir dos 12 anos (podendo ser tomada por adultos de qualquer idade).

Atualmente, no Brasil, só a rede privada de saúde disponibiliza esta vacina específica para crianças maiores ou adultos.

Diante da vulnerabilidade dos bebês e do risco de complicações se contraírem coqueluche, o ideal é mantê-los distantes de qualquer pessoa com tosse.
Como se trata a coqueluche?
Os antibióticos ajudam a aliviar os sintomas da coqueluche se forem dados logo no começo da doença. Se forem administrados com um quadro mais evoluído, não necessariamente ajudarão a encurtá-la, mas, pelo menos, eliminarão a bactérias das secreções, impedindo que a doença se espalhe para outras pessoas.

Infelizmente, não há muito mais o que fazer para combater a coqueluche, que costuma durar bastante: de seis a 10 semanas.

Não dê xarope para o seu filho, a menos que por recomendação médica, já que a tosse é a forma que o corpo tem de limpar todo o catarro que se acumula nos pulmões. Ao bloquear esta reação natural do organismo, você pode comprometer a melhora da criança. Lembre-se que só um pediatra pode avaliar efeitos adversos potencialmente perigosos de medicamentos, especialmente em bebês com menos de seis meses.

Escrito para o BabyCenter Brasil
Aprovado pelo Conselho Médico do BabyCenter Brasil

segunda-feira, 13 de maio de 2013

COMO SE PEGA HERPES





A herpes é uma doença altamente contagiosa que se pega através do contato direto com a ferida da herpes de alguém, pelo beijo, no banheiro, pela roupa ou até mesmo pelo ar, no caso da herpes zóster.

O contato com algum objeto infectado com o vírus, como copo, talheres, toalhas da pessoa infectada também é altamente contagioso na fase em que a ferida está cheia de bolhas com líquido. Porém, o indivíduo recentemente contaminado pode demorar anos para desenvolver os primeiros sintomas de herpes.
Como se pega herpes labial

O vírus da herpes labial se pega:

pelo beijo;
pelo copo;
uso do mesmo talher;
uso da mesma toalha;
uso da mesma roupa.

Ou qualquer outro objeto que tenha sido usado anteriormente pelo indivíduo contaminado e que ainda não tenha sido desinfetado.

Um indivíduo que possuir herpes genital e que colocar seu órgão genital na boca de um outro indivíduo poderá contaminá-lo, e este último vir a desenvolver a herpes labial.
Como se pega herpes genital

O vírus da herpes genital se pega:

através do contado direto com a ferida do indivíduo contaminado;
ao utilizar objetos ou roupas que tenham entrado em contado com a ferida;
contato íntimo;
uso da mesma roupa íntima;
no banheiro, ao sentar no vaso sanitário;
ao usar a mesma toalha.

Ou qualquer outro objeto que tenha sido usado anteriormente pelo indivíduo contaminado e que ainda não tenha sido desinfetado.
Como se pega herpes zóster

O vírus da herpes zóster se pega:

Através do contato com as secreções do indivíduo contaminado;
Pelo ar, basta o indivíduo com catapora tossir ou respirar perto dele. Se ele já tiver tido catapora antes, poderá desenvolver herpes.

A herpes zóster é a reativação do vírus da catapora que se manifesta num local específico, quando há uma baixa do sistema imune. Geralmente, o indivíduo é contaminado com o vírus da catapora na infância e desenvolve a catapora. Quando este é exposto a alguém com catapora, o vírus pode ser reativado e ele pode desenvolver herpes.
Tratamento para herpes

O tratamento para herpes é feito com o uso de uma pomada ou comprimido anti-viral como Zovirax, que deve ser usada quando a ferida aparecer e por, aproximadamente, 7-10 dias.

Durante este período recomenda-se que o indivíduo tenha todos os seus objetos de uso pessoal separados dos outros, para evitar o contágio da doença.
 
 http://www.tuasaude.com/como-se-pega-herpes/
Dr. Arthur Frazão (Médico)

quinta-feira, 9 de maio de 2013

VOCÊ SABE O QUE CAUSA HIPERTIREOIDISMO E HIPORTIREOIDISMO?



A tireóide é uma glândula endócrina importantíssima para o funcionamento harmônico do organismo. Os hormônios liberados por ela, T4 (tiroxina) e T3 (triiodotironina) estimulam o metabolismo, isto é, o conjunto de reações necessárias para assegurar todos os processos bioquímicos do organismo.
Os principais distúrbios da tireóide são o hipotireoidismo (baixa ou nenhuma produção de hormônios) e o hipertireoidismo (produção excessiva de hormônios), doenças que incidem mais nas mulheres do que nos homens.
Sintomas
a) Hipotireoidismo
* Cansaço;
* Depressão;
* Adinamia (falta de iniciativa);
* Pele seca e fria;
* Prisão de ventre;
* Diminuição da frequência cardíaca;
* Decréscimo da atividade cerebral;
* Voz mais grossa como a de um disco em baixa rotação;
* Mixedema (inchaço duro);
* Diminuição do apetite;
* Sonolência;
* Reflexos mais vagarosos;
* Intolerância ao frio;
* Alterações menstruais e na potência e libido dos homens.
b) Hipertireoidismo
* Hiperativação do metabolismo;
* Nervosismo e irritação;
* Insônia;
* Aumento da frequência cardíaca;
* Intolerância ao calor;
* Sudorese abundante;
* Taquicardia;
* Perda de peso resultante da queima de músculos e proteínas;
* Tremores;
* Olhos saltados;
* Bócio;
* Comprometimento da capacidade de tomar decisões equilibradas.
Causas
a) Hipotireoidismo
* Tireoidite de Hashimoto, uma doença auto-imune que provoca a redução gradativa da glândula;
* Falta ou excesso de iodo na dieta.
b) Hipertireoidismo
* Doença de Graves, doença hereditária que se caracteriza pela presença de um anticorpo no sangue que estimula a produção excessiva dos hormônios tireoidianos;
* Bócio com nódulos que produzem hormônios tireoidianos sem a interferência do TSH, hormônio produzido pela hipófise.
Diagnóstico
O diagnóstico pode ser feito pela dosagem do hormônio TSH produzido pela hipófise e dos hormônios T3 e T4 produzidos pela tireóide.
Níveis elevados de TSH e baixos dos hormônios da tireóide caracterizam o hipotireoidismo. TSH baixo e alta dosagem de hormônios da tireóide caracterizam o hipertireoidismo.
Tratamento
Em ambos os casos o tratamento deve ser introduzido assim que o problema é diagnosticado e depende da avaliação das causas da doença em cada paciente.
No hipotireoidismo, deve começar de preferência na fase subclínica com a reposição do hormônio tireoxina que a tireóide deixou de fabricar. Como dificilmente a doença regride, ele deve ser tomado por toda a vida, mas os resultados são muito bons.
No hipertireoidismo, o tratamento pode incluir medicamentos, iodo radioativo e cirurgia e depende das características e causas da doença. Deve começar logo e ser prescrito principalmente na 3ª idade a fim de evitar a ocorrência de arritmias cardíacas, hipertensão, fibrilação, infarto e osteoporose.
Recomendações
* Não se assuste com a idéia de epidemia de problemas na tireóide. Avanço nas técnicas de diagnóstico explica o aumento do número de casos;
* A ingestão regular do iodo contido no sal de cozinha evita a formação de bócio;
* A dosagem do TSH deve ser medida depois dos 40 anos com regularidade;
* Hormônios tireoidianos não devem ser tomados nos regimes para emagrecer (produzem maior queima dos músculos do que de gordura);
* Procure adotar uma dieta alimentar equilibrada. É engano imaginar que o hipotireoidismo seja fator responsável pelo ganho de peso, porque as pessoas costumam ter menos fome quando estão com menor produção dos hormônios tireoidianos;
* Atividade física regular é indicada nos casos de hipotireoidismo, mas contra-indicada para pacientes com hiprtieoidismo;
* Fumar é desaconselhável nos dois casos;
* Não minimize o mau funcionamento da tireóide. Discuta com o médico a melhor forma de tratamento para seu caso e siga suas orientações.
http://drauziovarella.com.br/clinica-geral/hipertireoidismo

ALCOOLISMO NO TRABALHO

Foto: Alcoolismo no trabalho

A ingestão excessiva de álcool é a terceira causa de mortes no mundo, atrás somente do câncer e das doenças cardíacas. Por isso o alcoolismo é hoje considerado um grave problema de saúde pública. No livro Alcoolismo no trabalho, publicado pela Editora Fiocruz, Magda Vaissman faz um mosaico dos trabalhos publicados sobre o alcoolismo pelos maiores especialistas mundiais no tema. A autora enumera os problemas que a doença pode acarretar no ambiente de trabalho e analisa os métodos assistenciais empregados no seu tratamento.

No Brasil, o alcoolismo é o terceiro motivo para faltas e a causa mais freqüente de acidentes no trabalho. Segundo a Associação dos Estudos do Álcool e Outras Drogas, de 3 a 10% da população brasileira fazem uso abusivo do álcool. A doença é a oitava causa de concessões de auxílio-doença e os problemas direta ou indiretamente relacionados ao uso da substância consomem de 0,5% a 4,2% do PIB.

Segundo Magda, diversos fatores podem contribuir para a tendência ao abuso crônico do álcool e de outras drogas. Fatores genéticos, biológicos, psicológicos e socioculturais interagem, em maior ou em menor grau, para a origem da dependência química. Os sintomas que compõem o alcoolismo se agravam e se intensificam ao longo da vida do doente, que a autora prefere chamar de "alcoolista" (portador da doença do alcoolismo) ao invés de alcoólatra (adorador do álcool).

A autora diz que o alcoolista inicia sua carreira como bebedor social na idade jovem. Perto dos 30 anos, evolui para a condição de bebedor pesado ou bebedor-problema, quando apresenta conseqüências físicas ligadas ao álcool (pancreatites e cirroses hepáticas). É também nessa fase que surgem problemas conjugais, sociais, legais, financeiros e de relacionamento. Usuários de álcool nesta fase também são mais propensos a acidentes de trânsito, problemas psicológicos (violência, homicídios, suicídios) e ocupacionais (afastamento, faltas ao trabalho, atrasos, problemas de relacionamento, indisciplina, queda de produtividade, acidentes de trabalho). Na segunda metade da terceira década de vida ou a partir da quarta década, tem-se instalada a síndrome de dependência alcoólica.

O alcoolismo é mais comumente encontrado em algumas ocupações, sobretudo naquelas socialmente desprestigiadas, quando as possibilidades ascensão profissional são restritas. Fatores de risco profissional em relação ao alcoolismo são a disponibilidade do álcool enquanto se trabalha, pressão social para beber, ausência de supervisão ou chefia, situações de tensão ou perigo. Condições de trabalho que produzem estresse podem induzir ao alcoolismo, como forma de aliviar a ansiedade. Profissões de alto risco de abuso de álcool são essencialmente associadas ao sexo masculino, e as de baixo risco ao sexo feminino, segundo pesquisa da universidade americana John Hopkins que analisou associações entre álcool e 101 ocupações. Mas o maior fator de risco para o alcoolismo é o desemprego.

Segundo a autora, algumas características identificam trabalhadores com problemas de alcoolismo: faltas freqüentes, especialmente em dias que antecedem ou sucedem fins de semana e feriados, atrasos após o almoço ou o intervalo, queda na produtividade, desperdício de materiais, dificuldade de entender novas instruções ou de reconhecer erros, reação exagerada às críticas, variação constante do estado emocional.

Para Magda, as empresas podem ser um local privilegiado para a implantação e desenvolvimento de programas assistenciais e programas de prevenção do alcoolismo. O livro traz um panorama dos programas de combate ao alcoolismo nos EUA, Grã-Bretanha, Austrália e Brasil. Segundo ela, o programa da Organização Mundial de Saúde (OMS) para a prevenção do alcoolismo é dirigido principalmente à população sadia, enquanto nos EUA predomina o modelo de detecção, tratamento e reabilitação das pessoas doentes.
.
Sinais do alcoolismo :

- Você já sentiu que deveria diminuir a bebida?

- As pessoas já o irritaram quando criticaram sua bebida?

- Você já se sentiu mal ou culpado a respeito de sua bebida?

- Você já tomou bebida alcóolica pela manhã para “aquecer” os nervos ou para se livrar de uma ressaca?

Apenas um “sim” sugere um possível problema. Em qualquer dos casos, é importante ir ao médico ou outro profissional da área de saúde, imediatamente, para discutir suas respostas. Eles podem ajudar a determinar se você tem ou não um problema com a bebida, e, se você tiver, poderão recomendar a melhor atitude a ser tomada.
http://www.fiocruz.br/ccs/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=277&sid=10

A ingestão excessiva de álcool é a terceira causa de mortes no mundo, atrás somente do câncer e das doenças cardíacas. Por isso o alcoolismo é hoje considerado um grave problema de saúde pública. No livro Alcoolismo no trabalho, publicado pela Editora Fiocruz, Magda Vaissman faz um mosaico dos trabalhos publicados sobre o alcoolismo pelos maiores especialistas mundiais no tema. A autora enumera os problemas que a doença pode acarretar no ambiente de trabalho e analisa os métodos assistenciais empregados no seu tratamento.

No Brasil, o alcoolismo é o terceiro motivo para faltas e a causa mais freqüente de acidentes no trabalho. Segundo a Associação dos Estudos do Álcool e Outras Drogas, de 3 a 10% da população brasileira fazem uso abusivo do álcool. A doença é a oitava causa de concessões de auxílio-doença e os problemas direta ou indiretamente relacionados ao uso da substância consomem de 0,5% a 4,2% do PIB.

Segundo Magda, diversos fatores podem contribuir para a tendência ao abuso crônico do álcool e de outras drogas. Fatores genéticos, biológicos, psicológicos e socioculturais interagem, em maior ou em menor grau, para a origem da dependência química. Os sintomas que compõem o alcoolismo se agravam e se intensificam ao longo da vida do doente, que a autora prefere chamar de "alcoolista" (portador da doença do alcoolismo) ao invés de alcoólatra (adorador do álcool).

A autora diz que o alcoolista inicia sua carreira como bebedor social na idade jovem. Perto dos 30 anos, evolui para a condição de bebedor pesado ou bebedor-problema, quando apresenta conseqüências físicas ligadas ao álcool (pancreatites e cirroses hepáticas). É também nessa fase que surgem problemas conjugais, sociais, legais, financeiros e de relacionamento. Usuários de álcool nesta fase também são mais propensos a acidentes de trânsito, problemas psicológicos (violência, homicídios, suicídios) e ocupacionais (afastamento, faltas ao trabalho, atrasos, problemas de relacionamento, indisciplina, queda de produtividade, acidentes de trabalho). Na segunda metade da terceira década de vida ou a partir da quarta década, tem-se instalada a síndrome de dependência alcoólica.

O alcoolismo é mais comumente encontrado em algumas ocupações, sobretudo naquelas socialmente desprestigiadas, quando as possibilidades ascensão profissional são restritas. Fatores de risco profissional em relação ao alcoolismo são a disponibilidade do álcool enquanto se trabalha, pressão social para beber, ausência de supervisão ou chefia, situações de tensão ou perigo. Condições de trabalho que produzem estresse podem induzir ao alcoolismo, como forma de aliviar a ansiedade. Profissões de alto risco de abuso de álcool são essencialmente associadas ao sexo masculino, e as de baixo risco ao sexo feminino, segundo pesquisa da universidade americana John Hopkins que analisou associações entre álcool e 101 ocupações. Mas o maior fator de risco para o alcoolismo é o desemprego.

Segundo a autora, algumas características identificam trabalhadores com problemas de alcoolismo: faltas freqüentes, especialmente em dias que antecedem ou sucedem fins de semana e feriados, atrasos após o almoço ou o intervalo, queda na produtividade, desperdício de materiais, dificuldade de entender novas instruções ou de reconhecer erros, reação exagerada às críticas, variação constante do estado emocional.

Para Magda, as empresas podem ser um local privilegiado para a implantação e desenvolvimento de programas assistenciais e programas de prevenção do alcoolismo. O livro traz um panorama dos programas de combate ao alcoolismo nos EUA, Grã-Bretanha, Austrália e Brasil. Segundo ela, o programa da Organização Mundial de Saúde (OMS) para a prevenção do alcoolismo é dirigido principalmente à população sadia, enquanto nos EUA predomina o modelo de detecção, tratamento e reabilitação das pessoas doentes.
.
Sinais do alcoolismo :

- Você já sentiu que deveria diminuir a bebida?

- As pessoas já o irritaram quando criticaram sua bebida?

- Você já se sentiu mal ou culpado a respeito de sua bebida?

- Você já tomou bebida alcóolica pela manhã para “aquecer” os nervos ou para se livrar de uma ressaca?


Apenas um “sim” sugere um possível problema. Em qualquer dos casos, é importante ir ao médico ou outro profissional da área de saúde, imediatamente, para discutir suas respostas. Eles podem ajudar a determinar se você tem ou não um problema com a bebida, e, se você tiver, poderão recomendar a melhor atitude a ser tomada.http://www.fiocruz.br/ccs/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=277&sid=10

terça-feira, 7 de maio de 2013

AS VANTAGENS E DESVANTAGENS DE CADA HORÁRIO PARA MALHAR


Cada momento do dia requer um cuidado específico. Saiba como identificar qual combina mais com você. 

Não existe um horário ideal para praticar esportes ou fazer exercícios físicos. Embora essa questão seja bastante investigada e debatida, nenhuma grande vantagem foi descoberta até agora. O que vale, por enquanto, é a preferência e a disponibilidade de cada um.

Mas cada horário traz vantagens e desvantagens, com as quais é preciso saber lidar para obter melhores resultados nos treinos e também para não prejudicar a saúde.

Manhã

Quem prefere se exercitar pelas manhãs tem a vantagem de acelerar o organismo logo no início do dia, despertando mais rapidamente para as atividades cotidianas. A recuperação do organismo tem mais chances de ser melhor, porque muitas refeições estão planejadas para acontecer após o treino, ao longo do dia.

Em contrapartida, é preciso ter cuidado com a alimentação anterior ao treino. Quem come pouco ou de forma inadequada pode sentir enjôos, sentir fraqueza e até desmaiar.

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“A atividade física acelera o consumo de glicose (açúcar no sangue). Se a pessoa estiver mal alimentada, ela pode ter um quadro de hipoglicemia, e também o rendimento da atividade será prejudicado”, afirma o ortopedista Ricardo Cury, especialista em medicina do esporte e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho.

A refeição antes do treino precisa reunir os principais grupos alimentares – carboidrato, proteína, fibra e gordura. Mas não se deve ingeri-los no café da manhã e correr para a academia, pois há risco de náuseas e refluxo gástrico.

O corpo precisa de tempo para o processo digestivo antes de ter as energias requisitadas por esteiras e halteres. O ideal é esperar ao menos uma hora, no caso de refeições leves como o café de manhã.

Se a refeição tiver alimentos mais pesados e for maior, como costuma ser o almoço, é melhor esperar ao menos duas horas antes de iniciar atividades físicas.

Tarde

“Quem treina no final da tarde tem mais força”, revela a nutricionista Heloísa Guarita Padilha, presidente da Associação Brasileira de Nutrição Esportiva (ABNE).

Heloísa explica que diversos fatores metabólicos podem intensificar a potência física na parte final do dia. Os níveis de insulina e de cortisol, hormônio ligado ao estresse físico, participam desta equação. “Mas não dá para apontar uma causa isolada, é o conjunto dos fatores”, reforça.

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A temperatura do corpo também costuma ser mais alta entre o final da tarde e início da noite. “É outro fator que pode colaborar”, acrescenta. Mas essa vantagem do treino vespertino se aplica aos exercícios anaeróbicos da musculação, e não vale para atividades aeróbicas, como corrida e ciclismo, que são as atividades mais procuradas por quem deseja perder peso.

De qualquer forma, a musculação também tem suas vantagens para o emagrecimento. O aumento da musculatura é um fator que favorece a perda de peso. “A massa magra (músculos) consome mais energia”, afirma Heloísa. É uma característica metabólica do músculo.

Noite

Fazer exercícios é parte das receitas médicas contra insônia, mas o efeito pode ser justamente contrário caso a pessoa pratique esportes pouco antes de ir para a cama.

“A atividade física libera uma grande quantidade de endorfina, o que gera euforia na pessoa”, explica Cury. Mesmo assim, há quem consiga sair de uma academia, tomar banho e dormir tranquilo. Mas se você prefere não correr o risco de ficar acordado até o meio da madrugada, melhor reservar de duas a três horas para o corpo desacelerar.

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Outra possível desvantagem do treino noturno está associada à recuperação do organismo, que pode sair prejudicada por uma alimentação inadequada. “À noite, o corpo precisa de mais insulina para a mesma quantidade de carboidrato (se comparado a uma refeição feita mais cedo)”, diz Heloísa. É preciso ponderar bem a quantidade e qualidade dos alimentos ingeridos para suprir as necessidades do corpo, para evitar estoque de energia na forma de gordura.

E se você varia muito o horário para treinar, porque sua agenda é bem concorrida, também não há problema. “A variação constante de horário não prejudica o rendimento no treino”, afirma o personal trainer Carlos Tomaiolo, consultor da Integralmédica.

Depois de malhar, não esqueça: fazer um bom alongamento e respirar de forma profunda e lenta servem como um recado para o corpo tirar o pé do acelerador.

domingo, 5 de maio de 2013

A IMPORTÂNCIA DA VACINAÇÃO


Desde que nascemos, as vacinas fazem parte de nossas vidas. Elas são consideradas produtos biológicos derivados ou semelhantes a um microorganismo  causador de determinada doença  e  servem para induzir o sistema imunológico a criar uma barreira de proteção.

As vacinas podem  ser encontradas em postos públicos de  saúde ou  em clínicas particulares,  são  eficazes e seguras. Apesar disso, podem  surgir reações leves e secundárias após a sua aplicação como dor, inchaço no local, febre  e mal-estar. Mas  é  importante ressaltar que a incidência e a gravidade desses eventos adversos são muito raras  e menores que o  impacto da própria doença. Portanto, as vantagens da imunização superam, em muito, os  efeitos colaterais. Algumas vacinas devem ser tomadas logo na infância. São elas:


• BCG: protege  contra  as  formas graves de tuberculose e deve ser dada logo após o nascimento;
• Tríplice bacteriana: é contra difteria, tétano e coqueluche. Deve ser feita aos 2, 4, 6 e 15 meses e entre 4 e 6 anos de  idade, seguida de reforço com a vacina dupla (contra difteria e tétano) a cada 10 anos;
• Tríplice viral: oferece proteção contra  sarampo, caxumba e  rubéola. Deve ser dada no primeiro ano de vida e repetida entre 4 e 6 anos de idade;
• Vacina contra rotavírus: protege contra a infecção gastrointestinal que causa diarréia,  febre, vômitos  e dor abdominal. É  a principal  causa de diarréia infecciosa na infância;
• Vacina contra hepatite B: administrada  em  três doses  –  ao nascer, com  1  e 6 meses de vida ou,  ainda, em  adultos de qualquer  idade que não foram vacinados. A infecção pelo
vírus pode levar à cirrose hepática ou câncer de fígado.

Nos  adultos,  as principais vacinas aplicadas são praticamente as mesmas das crianças: contra a gripe, hepatite B, difteria e tétano, tríplice bacteriana, entre outras. As de meningite C e hepatite A, que surgiram recentemente, também devem ser consideradas.

Vale dar ênfase à vacina anti-HPV (doença  sexualmente  transmissível), que protege contra o câncer de colo de útero e pode ser administrada em mulheres entre 9 e 26 anos de idade.
As vacinas contra gripe, pneumonia, meningite, hepatite do tipo A e gripe são importantes e recomendadas pela Sociedade Brasileira de Pediatria  e pela Sociedade Brasileira de Imunizações, mas somente podem ser encontradas em clínicas particulares. 
Existem também vacinas combinadas, em que a criança recebe proteção contra várias doenças com uma única aplicação (tetra, penta e hexavalentes), que são encontradas exclusivamente em estabelecimentos privados. Essas são administradas em forma acelular, ou seja, com quantidades menores de endotoxina, minimizando as  reações adversas  e  tornando-as mais benignas, sem deixar de fornecer a mesma efi cácia das convencionais.

A maior parte das vacinas requer a administração de mais de uma dose. É necessário  respeitar o  esquema vacinal  recomendado para obter uma  resposta  imunológica  adequada, com a proteção esperada contra determinada doença. Se a pessoa não der seqüência à vacinação, a eficácia dela poderá ser prejudicada.
  
Calendário de Vacinação do Ministério da Saúde do Brasil 
Esse é o calendário de vacinas oferecido pelo Ministério da Saúde do Brasil e disponível em todo território nacional.
Calendário Básico de Vacinação da Criança
SERVIÇO GRATUITO DO GUIA DO BEBÊ
Você pode criar uma Carteira de Vacinação do Guia do Bebê que utiliza esse mesmo esquema de vacinação. E sempre que a data de vacinar o seu filho se aproximar, nós lhe enviaremos um email para lembrar você desse importante compromisso.
Clique aqui para criar uma Carteira de Vacinação.

IdadeVacinaDosesDoenças que imuniza
Ao nascerBCG-IDdose únicaFormas graves de tuberculose

Hepatite B1ª doseHepatite B
2 mesesVacina Pentavalente (DTP + Hib + HB)1ª doseDifteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b, Hepatite B

VIP (vacina inativada contra pólio - injetável)1ª dosePoliomielite (paralisia infantil)

VORH (Vacina Oral de Rotavírus Humano)1ª doseDiarréia e desidratação causada por rotavírus

Vacina Pneumocócica 10 (conjugada)1ª dosePneumonia, otite, meningite e outras doenças causadas pelo Pneumococo
3 mesesVacina Meningocócica C (conjugada)1ª doseDoença invasiva causada por Neisseria meningitidis do sorogrupo C
4 mesesVacina Pentavalente (DTP + Hib + HB) 2ª doseDifteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b, Hepatite B

VIP (vacina inativada contra pólio - injetável)2ª dosePoliomielite (paralisia infantil)

VORH (Vacina Oral de Rotavírus Humano)2ª doseDiarréia e desidratação causada por rotavírus

Vacina Pneumocócica 10 (conjugada)2ª dosePneumonia, otite, meningite e outras doenças causadas pelo Pneumococo
5 mesesVacina Meningocócica C (conjugada)2ª doseDoença invasiva causada por Neisseria meningitidis do sorogrupo C
6 meses Vacina Pentavalente (DTP + Hib + HB)3ª doseDifteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b, Hepatite B

VOP (vacina oral contra pólio - gotas)3ª dosePoliomielite (paralisia infantil)

Vacina Pneumocócica 10 (conjugada)3ª dosePneumonia, otite, meningite e outras doenças causadas pelo Pneumococo
9 mesesFebre amareladose inicialFebre amarela (em áreas endêmicas)
12 mesesVacina Tríplice Viral (SRC)1ª doseSarampo, rubéola e caxumba

Vacina Pneumocócica 10 (conjugada)reforçoPneumonia, otite, meningite e outras doenças causadas pelo Pneumococo
15 mesesVacina Tríplice Bacteriana (DTP)1º reforçoDifteria, tétano e coqueluche

VOP (vacina oral contra pólio - gotas)reforçoPoliomielite (paralisia infantil)

Vacina Meningocócica C (conjugada)reforçoDoença invasiva causada por Neisseria meningitidis do sorogrupo C
4 anosVacina Tríplice Bacteriana (DTP)2º reforçoDifteria, tétano e coqueluche

Vacina Tríplice Viral (SRC)2ª doseSarampo, rubéola e caxumba
Vacina contra a Gripe:
A vacina contra a gripe não está no calendário porque ela é oferecida em campanhas todo ano sempre antes do inverno. Nessa época, gestantes e crianças entre 6 meses e 2 anos de idade deverão ser vacinadas.
Em caso de dúvida sobre as vacinas ou onde vacinar ligue para o
DISQUE SAÚDE 136 Ouvidoria Geral do SUS - (Ministério da Sáude - Brasil)
Atenção! O Guia do Bebê disponibiliza aqui apenas o calendário até 4 anos de idade.
O Calendário de Vacinação Infantil pode mudar a qualquer momento.
Fonte: Ministério da Saúde

sexta-feira, 3 de maio de 2013

AS FASES DE CRESCIMENTO DOS DENTES

O crescimento dos dentinhos
É importante que os pais saibam que os dentes começam a se formar já no útero materno, inclusive os permanentes, e continuam sua formação após o nascimento da criança. Segundo o Dr. Fausto Medeiros Mendes, professor de Odontopediatria da Faculdade de Odontologia da USP, isso significa que uma infecção durante a gestação ou no primeiro ano de vida da criança pode causar um defeito de formação nos dentes de leite ou permanentes.
Nem toda criança que tem uma infecção terá um defeito de formação, mas o risco é aumentado. “Esse problema de formação dos dentes geralmente não é grave, mas a mãe deve ficar atenta porque isso pode aumentar a chance daquele dente ter cárie ou sensibilidade a doces e ao frio”, diz o professor. Por isso qualquer problema durante a gestação ou no primeiro ano de vida da criança deve ser relatado ao dentista.
As mães também devem lembrar que a amamentação natural, ou seja, no peito, durante o primeiro ano de vida é fundamental para a prevenção de muitas das más oclusões. Além da importância afetiva e nutricional, o exercício muscular durante a sucção no seio favorece a respiração nasal e previne grande e parte dos problemas de posicionamento incorreto dos dentes e das estruturas faciais.
O Dr. Fausto explica que os dentes de leite anteriores nascem entre seis e 12 meses de vida, e entre 18 e 36 meses nascem os dentes de leite posteriores. Essa fase é o da dentição decídua, onde apenas dentes de leite estão presentes na boca. Esses dentes de leite vão começar a cair por volta dos seis anos de idade, e os dentes permanentes anteriores vão nascer no lugar.
Por volta dos 6 anos, é importante a mãe ficar atenta ao aparecimento do primeiro molar permanente que nasce atrás dos molares decíduos, sem que nenhum dente de leite caia. Esse dente é muito suscetível ao desenvolvimento de cárie. Essa troca de dentes de leite por dentes permanentes vai ocorrer até por volta dos 11 anos. Nessa fase em que estão presentes na boca tanto dentes de leite como dentes permanentes é chamada de dentição mista.
Por volta dos 12 anos, os últimos dentes de leite caem, nascem os permanentes no lugar e também nasce o segundo molar permanente, atrás do primeiro molar permanente. Esse dente também nasce sem que um dente de leite caia. Quando não tiverem mais dentes de leite na boca, a fase é chamada de dentição permanente. Essa fase só irá se completar por volta dos 18 anos quando aparecerem na cavidade bucal os terceiros molares permanentes, também conhecidos como dentes do siso ou dentes do juízo.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

TENSÃO E DORES NO PESCOÇO E OMBRO!!! Não aguento mais…

Quando temos tensão ou dor no pescoço e ombro, ficamos mais irritados, mais cansados, nem conseguimos dormir direito. Para que nossa energia corporal flua e para que exista uma sensação de bem estar, é necessário que a região da nuca esteja relaxada podendo assim correr os impulsos elétricos enviados do cérebro para o corpo. O Pilates contribui para que isso aconteça através de exercícios específicos de Respiração, alongamentos e fortalecimento do corpo de forma mais integrada e harmoniosa.

Existem diferentes tipos de dor no pescoço e ombro:

  • Tem a dor de torcicolo, quando dormimos de mal jeito e acordamos sem conseguir mexer o pescoço (normalmente acontece por ficar muito tempo numa mesma posição, ou num acidente quando você leva um tranco, ou por tomar friagem demais no pescoço).
  • Existe a dor causada por tensão e inflamação muscular, normalmente por trabalhar olhando muito tempo para baixo ou para cima, ou, por exemplo, por ter o monitor do computador no seu lado.
  • Uma hérnia de disco também pode causar dor no pescoço caso esteja tocando no nervo, essa hérnia pode ter se originado de um acidente, ou apenas por uma má postura e encurtamento dos músculos do pescoço.
  • Quando existe uma subluxação, isto é, quando a vértebra não está alinhada, podendo haver um pinçamento do nervo causando dor;
  • Outro grande causador é a passagem por um trauma emocional muito grande, com situações de nervoso intenso ou raiva.

SINTOMAS:

Independente do tipo e da causa da dor, um fator comum em todos os casos, é uma tensão e contração contínua dos músculos que circundam o pescoço, além do trapézio (aquele que fica bem na curvinha entre o pescoço e ombro e que vai descendo nas costas paralelo à coluna perto das escápulas) e do peitoral menor. Essa tensão e contração contínua causa pontos de dor, onde formam couraças (parecem nódulos, pequenas bolas) que quando apertadas, vão estar doloridas.
É muito comum também, e você vai lendo e vai se identificando, ter ombros elevados (ou encurtamento do pescoço – dependendo do ponto de vista) e rotados para dentro, a cabeça fica ligeiramente projetada para frente e com o tronco mais encurvado para frente também (cifose). A sua respiração tende a ser encurtada com pouco movimento da caixa torácica, as costelas nao se mechem quando você respira. Essa postura pode originar dores e tensões no ombro ou as dores e tensões podem levar a sua postura a ficar desta maneira. É o famoso quem veio primeiro, o ovo ou a galinha? No tratamento, na verdade isso não importa.
Se você se perceber, vai sentir que os seus ombros estão sempre querendo ir em direção das orelhas, porque o seu trapézio está tenso e encurtado. Quando dirige, cozinha, carrega a bolsa, fica no computador, passa nervoso, etc… ele tende a tensionar tanto, que às vezes até lateja! Quando recebe uma massagem, é um alívio que só, porém após poucos dias, às vezes poucas horas já está tudo duro denovo. Ou em piores casos, parece que a massagem não consegue aliviar, ou alcançar os pontos de tensão mais profundos que vão nas costas…
Bom… esse é um caso clássico de tensão por estresse.
Para os que sofrem de formigamento nas mãos e dedos das mãos, perda de sensibilidade, dor no antebraço e cotovelo, desconforto ao dormir, você pode já ter uma hérnia de disco. Procure um ortopedista especialista de coluna. Pode ser apenas um pinçamento do nervo na subluxação ou na musculatura tensa, porém na dúvida, procure um médico ortopedista.
Em casos agudos de dor… dor que não dá para mexer o pescoço, procure um médico ortopedista!

O que fazer para aliviar a dor?

PRIMEIRO E MAIS IMPORTANTE PASSO: aqui vai o meu grande segredo. Anota direitinho porque ele é o mais dificil de fazer…

 VOCÊ TEM QUE RESPIRAR!

Mas a questão é que respirar não quer dizer apenas fazer o oxigênio entrar… é muito mais complexo…
SEGUNDO PASSO: Precisa trabalhar para tirar os pontos doloridos e duros do músculo. Para isso existe a massagem, acupuntura e eu gosto muito de aplicar a Terapia CranioSacral com excelentes resultados. Você poderá ler um pouco sobre como auto-aplicar .
Observação: Caso a dor esteja muito intensa, faça compressa de gelo por uns 15 minutos e procure um médico ortopedista.
TERCEIRO PASSO: Aprender a manter os ombros relaxados ao executar atividades com os braços. Isso inclui o fortalecimento dos mesmos, pois quando estão fracos, fazem com que todo o corpo tensione tentando ajudar. É indispensável também que seja corrigida a Postura. Para aprender a dinâmica correta de movimento dos braços.
QUARTO PASSO: Preste atenção no seu corpo no dia-a-dia. Mesmo que você comece a fazer aulas de Pilates, se você apenas praticar nas aulas, a transformação e transferência do novo movimento para as atividades diárias vai demorar muito mais tempo.
QUINTO PASSO: Perceba como o trabalho, as discussões no lar, situações como estar atrasado, ter prazo para terminar um trabalho, estudar para uma prova, ou qq outra coisa que não seja naturalmente fácil e agradável, perceba como tudo isso faz o seu corpo reagir. Sinta o seu corpo se comprimir e tensionar e tente mudar. Por exemplo: numa discussão, pare e pense, porque estou falando assim, com a voz tão alterada? Porque não estou respirando? e tente mudar. Tente transmitir o mesmo recado de outra forma, sem se alterar.

Exercícios indicados:

  • Mobilização escapular (soltar a sua escapula, massageando a musculatura em volta da mesma);
  • Articulação da coluna na Ponte, tentando relaxar e desconectar todos os músculos do pescoço e ombro;
  • Aumentar a amplitude de movimento dos braços, fortalecendo-os;
  • Alongar Peitoral Maior e Menor;
  • Organizar a Cintura Escapular;

Massagem com a toalha:

Faça um rolinho com uma toalha de rosto, dobra ela no meio e no meio, e depois enrola. Coloque esse rolinho embaixo do pescoço, deitada. Ao inspirar olhe levemente para cima e ao expirar olhe levemente para baixo. Tente fazer os movimentos pequenos com o mínimo de dor. Repita umas 6X.
Depois inspire olhando para o teto e na expiração relaxe o pescoço e olhe levemente para um lado. Volta inspirando para o meio e expira olhando para outro. Repita alternando os lados umas 6X cada lado.
Por ultimo imagine que você tem um lápis bem comprido na ponta do nariz. Agora desenhe um círculo bem pequeno e bem redondo no teto. Quando vc inspira o nariz sobe e quando expira ele da a volta e vai pra baixo.
Atenção: faça movimentos pequenos e com a menor contração muscular possível. A toalha irá ajudar a massagear esta musculatura. Caso sinta dor ao realizar, tente fazer menor e com menos força, se ao repetir a dor não aliviar, para imediatamente. Continue caso, a dor diminua com a repetição.
** Independente do seu problema, a dor irá melhorar ao relaxar a musculatura que está tensa e aprendendo a mantê-la relaxada. A correção dos movimentos é fundamental para que você quebre o ciclo de relaxa, movimenta errado, tensiona novamente
.http://tatipilates.wordpress.com/2008/05/28/tensao-pescoco-ombro/



domingo, 28 de abril de 2013

ACIDENTES DOMÉSTICOS COM IDOSOS PODE MATAR!
















 

Segundo o Sistema Único de Saúde (SUS), 75% das lesões
sofridas por pessoas com mais de 60 anos são causados
por acidentes domésticos. E a maior parte desses acidentes
são quedas, das quais 34% causam fraturas. A diminuição
da visão, dos reflexos e da coordenação motora por parte
dessas pessoas contribuem para que isso aconteça. Mas com
algumas medidas simples e modificações fáceis de serem
executadas, pode-se tornar o lar mais seguro e adaptado
aos moradores mais velhos contribuindo, assim, para a
diminuição dos acidentes. Veja algumas dicas:

- A cama não deve ser muito alta. Deve ter uma altura entre
50 e 55 centímetros.

- No banheiro é imprescindível um piso antiderrapante para
evitar escorregões.

- Os interruptores precisam ficar ao alcance da pessoa
na cama para que ela não tenha que se movimentar
no escuro antes de acender a luz.

- O piso precisa ser antiderrapante e os tapetes, fixos no chão.

- Barras de apoio no banheiro, tanto no vaso como dentro
do box são fundamentais para evitar quedas.

- Os degraus devem ser substituídos por rampas de inclinação leve.

- As tomadas devem ficar na altura dos interruptores para evitar
que as pessoas tenham de se abaixar muito para alcançá-las.

- Os móveis devem ser adaptados para serem de fácil alcance
e de cantos arredondados.

- Os sofás devem ter braços largos para ajudar os movimentos
de se levantar e de se sentar.

-As prateleiras não devem ser nem muito altas ou baixas para
evitar que a pessoa tenha de se esticar ou abaixar para pegar algo.

-Adapte as maçanetas. Todas devem ser de fácil manuseio, e as
portas não devem ficar trancadas.

(Jornal DAQUI)
(Imagem da net)